Preciso de pouco para ser feliz,basta-me apenas a dignidade. O resto é mutável e elementar'
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Se, um monossilabo perfeito
Alguns de nos nao irão saber
Sobre outros de nós
O pior dos piores
É se o se além do nós tambem ficar pior
Sem os se da vida e um se ta faltando algo
E como um se te liga nela
E um se sem mais delongas
E se/sem explicações
O se é um contato inebriante
para uma bastarda inocência
E um monossílabo
No quao tal sem mais conversa
Para nao enfeitar mais
Entre o menos predileto dos demais
Entre os nós despedaçado por um se explicado
Sem rotulos eu não te inventei
Nao preciso ser rotulada
Nao tente me enfeitar de tal forma
Nao preciso ser compreendida
Minha essencia nao te mostra isso
Jogue pra fora esse medo que voce tem
Sempre deixei bem claro que nao pertenco a ninguem
Me exclua da sua vida
Movimente-se va em frente
Com a cabeca erguida
Pois a vida continua
E eu nao vou ser sua
Myrla sales
06/02/2012
Nao tente me enfeitar de tal forma
Nao preciso ser compreendida
Minha essencia nao te mostra isso
Jogue pra fora esse medo que voce tem
Sempre deixei bem claro que nao pertenco a ninguem
Me exclua da sua vida
Movimente-se va em frente
Com a cabeca erguida
Pois a vida continua
E eu nao vou ser sua
Myrla sales
06/02/2012
Enter Game
No falso me surpreendi
E vi que isso e um fato
Para a minha garantia de vida
Pra que os lanches
As risadas entre espumantes
O ano que se vira virando entre o inverso
Continuaremos vivendo.
E manipulando um fardo falso
No que me adianta
As retiradas
As vaidades
A sensualidade
Ja que quando encostar minha pesada cabeca
No suave travesseiro de todos os dias
Depois da eloquencia das sentencas vividas
Continuarei fingindo.
E a cara do caro
E um forte entre os fracos
E o quite dentro de contratos
E o fingir abencoado
E enxergado por meus olhos embrulhados
Desse meu jogo inventando.
Myrla sales
06/02/2012
22:30
Minha 3º Caminhada ( Um Encontro)
E derrepente estava no meio de um nada desconhecido
Eu saira daquela estrada, perdida entre um sonho nada familiar
Num instante um terremoto me cobriu e levara tudo o que eu estava sentindo
Naquele exato momento
Não era pratico
Não parecia falso
Era inebriante
Aquela voz que escutara no sonho aparecera nesse nada e me perguntara
- Tudo bom minha única querida ?
-Deve esta uma confusão na sua cabeça, mas espero que saiba que há tempos esperei, te tocar
Te sentir, e te ...
Eu percebera que faltara algumas palavras que pausadamente eram soletradas por aqueles lábios que não conseguia ver ,mas sentia
Algo tênue ,algo que me passava uma confiança , mas ele não concluira essa frase, mudando o sentindo , me deixando perdida em mais uma duvida.
Novamente ele se pronunciara
As luzes que la se encontrava se escondera entre as nuvens
As gotas começara a cair e a dançar
Para formar o rosto em que via em sonhos
Somente via ,por que tocar ,não conseguia ter essa capacidade.
Sua frase anulada se afogara no meu consciente como as gotas que sumira
E derrepente ele falou
-Me sufoquei tanto para lhe ver novamente, hoje você esta viva, linda com o mesmo perfume de sempre
Os mesmo sinais , as mesma presentes inquietudes, mas eu não existo mais para te afagar com o calor do meu corpo, com o suor do meu rosto, so posso te olhar de longe e mais ainda por que sei que nessa distancia que estou outro poderá entrar tão facilmente na sua vida, e eu apenas de longe continuarei só olhando ,mas não ficarei triste ,pois saberei que esse outro poderá lhe fornecer um êxtase nessa sua vida fria.
- hoje estou perdido atrás de uma imagem para me grudar e fazer parte desse mundo para que enfim possa morar, estou dentro de um cristal quebrado e que infelizmente vive refletindo todos os meus maiores medos e o mais serio medo me reflete, me toma e me cega, esse medo da distancia do meu corpo com o teu.
Eu tive que tirar o no que estava em meus lábios e perguntar, nunca vi a minha voz sair tao eloquente, tao convicta.
Debilmente minha voz arranhada saira
- De onde você me conhece?
- Por que eu sinto que você sabe mais coisa de mim do que eu mesma?
O por que era no momento a única palavra que me rondara e saia lapidada.
No meu pensamento rondava a minha melhor leveza, mas continuara incerta de onde ele me conhecia e sabia mais coisa de mim do que imaginava.
Todas as minha duvidas cairão no vao do terremoto.
No rápido ele falava
- Nos conhecemos nos amamos em vários chás, entre cafés, entre as fechadas de coxas, entre os cafones,
Entre os entres e o ventre das virgulas,
Entre um ponto interrupto e final que por fim nos separou .
-Espero que ouça que te amo muito e que estarei te guiando por essa longa estrada.
Entre lapsos de segundos o então terremoto se desformava
E a voz, que voz ?
Me restara apenas uma imensa dor de cabeça e lembranças arrastadas de um disputa entre diálogos.
Agora eu estou determinada a desvendar mais coisas sobre a minha vida e eu sei que nem os cafés,
Os chás ,as virgulas, conseguirão parar meus pensamentos de continuar na busca.
Vou correr atrás dessa voz que eu escutara e que tanto me ama
Vou na busca conjunta não só da voz, mas do corpo inteiro, vivo pulsante que tem muita coisa para me ajudar,
Sobre o sonho e a senhora que sumira quão tão rápido como a minha infância .
Agora em minha casa me encontro em meu mundo de Sofia, escrevendo as duvidas sobre o homem da voz.
Ele chegara e tudo que estava em movimento parou
O então desconhecido conseguira apaziguar
A guerra que habitara dentro de mim calando as vozes que me enlouquecia a tempos.
Ele aparecera me mostrando que alguém me ama
E que terei um porto seguro atrás dessa minha busca entre esses caminhos.
Myrla Sales
04/02/2012
21:30
Eu saira daquela estrada, perdida entre um sonho nada familiar
Num instante um terremoto me cobriu e levara tudo o que eu estava sentindo
Naquele exato momento
Não era pratico
Não parecia falso
Era inebriante
Aquela voz que escutara no sonho aparecera nesse nada e me perguntara
- Tudo bom minha única querida ?
-Deve esta uma confusão na sua cabeça, mas espero que saiba que há tempos esperei, te tocar
Te sentir, e te ...
Eu percebera que faltara algumas palavras que pausadamente eram soletradas por aqueles lábios que não conseguia ver ,mas sentia
Algo tênue ,algo que me passava uma confiança , mas ele não concluira essa frase, mudando o sentindo , me deixando perdida em mais uma duvida.
Novamente ele se pronunciara
As luzes que la se encontrava se escondera entre as nuvens
As gotas começara a cair e a dançar
Para formar o rosto em que via em sonhos
Somente via ,por que tocar ,não conseguia ter essa capacidade.
Sua frase anulada se afogara no meu consciente como as gotas que sumira
E derrepente ele falou
-Me sufoquei tanto para lhe ver novamente, hoje você esta viva, linda com o mesmo perfume de sempre
Os mesmo sinais , as mesma presentes inquietudes, mas eu não existo mais para te afagar com o calor do meu corpo, com o suor do meu rosto, so posso te olhar de longe e mais ainda por que sei que nessa distancia que estou outro poderá entrar tão facilmente na sua vida, e eu apenas de longe continuarei só olhando ,mas não ficarei triste ,pois saberei que esse outro poderá lhe fornecer um êxtase nessa sua vida fria.
- hoje estou perdido atrás de uma imagem para me grudar e fazer parte desse mundo para que enfim possa morar, estou dentro de um cristal quebrado e que infelizmente vive refletindo todos os meus maiores medos e o mais serio medo me reflete, me toma e me cega, esse medo da distancia do meu corpo com o teu.
Eu tive que tirar o no que estava em meus lábios e perguntar, nunca vi a minha voz sair tao eloquente, tao convicta.
Debilmente minha voz arranhada saira
- De onde você me conhece?
- Por que eu sinto que você sabe mais coisa de mim do que eu mesma?
O por que era no momento a única palavra que me rondara e saia lapidada.
No meu pensamento rondava a minha melhor leveza, mas continuara incerta de onde ele me conhecia e sabia mais coisa de mim do que imaginava.
Todas as minha duvidas cairão no vao do terremoto.
No rápido ele falava
- Nos conhecemos nos amamos em vários chás, entre cafés, entre as fechadas de coxas, entre os cafones,
Entre os entres e o ventre das virgulas,
Entre um ponto interrupto e final que por fim nos separou .
-Espero que ouça que te amo muito e que estarei te guiando por essa longa estrada.
Entre lapsos de segundos o então terremoto se desformava
E a voz, que voz ?
Me restara apenas uma imensa dor de cabeça e lembranças arrastadas de um disputa entre diálogos.
Agora eu estou determinada a desvendar mais coisas sobre a minha vida e eu sei que nem os cafés,
Os chás ,as virgulas, conseguirão parar meus pensamentos de continuar na busca.
Vou correr atrás dessa voz que eu escutara e que tanto me ama
Vou na busca conjunta não só da voz, mas do corpo inteiro, vivo pulsante que tem muita coisa para me ajudar,
Sobre o sonho e a senhora que sumira quão tão rápido como a minha infância .
Agora em minha casa me encontro em meu mundo de Sofia, escrevendo as duvidas sobre o homem da voz.
Ele chegara e tudo que estava em movimento parou
O então desconhecido conseguira apaziguar
A guerra que habitara dentro de mim calando as vozes que me enlouquecia a tempos.
Ele aparecera me mostrando que alguém me ama
E que terei um porto seguro atrás dessa minha busca entre esses caminhos.
Myrla Sales
04/02/2012
21:30
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Feliz idade Jordania ( Minha Flor )
Ao ler isso
Espero que chore, que mecha em seu cabelos
Que arranque aquele desbocado sorriso aliado a alegria de ler isso
Espero que pare para pensar
E entre as lagrimas que você deixa cair
Se misture com o afeto que tenho por você
Lagrimas que sai desses lindos olhos desajeitados, curiosos
Olhos que se fecham e abrem com uma espontaneidade atrás de viver a vida
Essas mesmas gotículas de agua que escorrem por sua face
Sera a abertura do sorriso no meu rosto
Pois ira me mostrar que você continua a mesma ,
A linda Jordania que conheci
E que mesmo distante, nada longe de mais mostra uma sensibilidade que afaga meu coração
Hoje nos encontramos em diferentes posições nessa mesma vida
A linda tem agora 19 anos, 19 anos alegrando vários corações conquistando outros e afastando o que nao é de melhor para a sua propria vida
Sem mais delongas ,sem mas nada a não ser a conclusão com os fechamentos das minhas lagrimas ao digitar isso
Queria esta ao seu ladinho te paparicando e te enchendo de abraço...
Simplesmente para tentar retribuir o imenso carinho que você tem por mim e pelo que você fez e escreveu em cada carta que ainda hoje guardo com as suas lindas palavras de carinho de dedicação que tivera comigo...
Eu naum tenho noção do tamanho de agradecimento que tenho por você...
Além do mais eu sou o que sou hoje porque construí excelentes ciclos de amizades e que me deixou essa pessoa forte para enfrentar a minha vida a temível vida
E você minha amiga faz parte desse grupo e nada mais é uma das principais pessoas que me ajuda para que continue assim ou melhor...
Feliz idade
Tudo de melhor para sua vida...
Quero que saiba que te desejo muito mais do que isso
É uma pena que as coisas que eu queira te falar ainda não possua descrição.
Mais um eu te amo e torço incondicionalmente pelo seu sucesso, isso já resumi em um todo.
Embora o aniversario seja seu eu que te faço um pedido
Nunca deixes de me amar e de ser a minha melhor amiga !!!
Te amo para sempre minha melhor amiga .
Minha 2º caminhada ( Entre meus sonhos )
Caminho, caminho e continuo presa entre vários suspiros
O maior dessa vez,
O mais súbito e relevante, ao principio de uma psicose abstrata,
Este foi o sonho que tive na noite passada.
Depois de eu caminhar e verificar que eu não saira do lugar
Fui para a minha casa a ultima da estrada as mesma da minha incondicional caminhada
Depois dos surtos passados, a imagem daquela senhora velha não saira da minha mente
E muito menos a forma como tudo acontecera .
Depois de segundos, minutos, um turbilhão de horas
O meu corpo deitara no primeiro sofá da sala e me encontrei perdida, presa em um sonho.
Vieram primeiro, os rostos que eu encontrara no caminho de hoje, as musicas que escutara
As comidas que provara e o chão que pisara.
Na sequencia algo começara a me envolver como as imagens psicodélicas fizera em um outro tempo
Eu caira entre os lapsos das historias que foram sussurradas nos meus ouvidos.
Entre colapsos me encontrava, me perdia e me perguntava, de onde advinham essas vozes.
Não eram simples contos envolventes como os de outrora
O que mais me chocava eram os suplícios que estavam escondidos entre as palavras que escutara
Loucura, loucura, mais loucura era que só eu conseguia ver
Eu era a única a respirar cada sentença passada entre esses sons.
Porque tudo isso comigo?
Já não bastara aquela velha sendo carregada sem se quer eu puder chegar perto dela,
Sem se quer tocar nela, sem se quer falar com ela?
E eu ia seguindo mergulhada no meu seleto ciclo de indagações
Sem respostas e por agora sem suspiros .
No sonho comecei a gerar caminhos
Catando as imagens para que na volta eu não me perca
Eu vira uma assembleia a minha espera
Para me julgar.
Julgamento é o que eu mais fazia na minha vida,
Só que julgava para defender quem eu gosto
E nesse caso foi diferente eles criticavam para a minha derrocada, para a minha morte
Era o que mais temia da minha vida, eu sentada todos apontando o dedo em direção a minha face
Conclamando que eu sou a culpada, eu sou a estranha e não sou a humana que o mundo espera.
Eles querem que eu me mate.
O sonho seguia nele a assembleia continuava intacta e irrevesivel
O orvalho que se encontrava íngreme ao lado da minha casa, balançara
Com a tempestade que anunciava chegar, um ótimo cenário para um pesadelo,
Que na verdade era, denomino de outro sonho para o meu consciente ficar menos culpado,
As gotas começara a cair mostrando um rosto esquisito na janela,
Mas que rosto era esse ?
Por que continuo sonhando com pessoas que não conheço?
Por que tantas inquietudes trancafiadas em meus devaneios ?
Devagar eu ia acordando a assembleia ia se desfazendo,
O rosto esquisito da janela se diluira com o barulho do vento que pela primeira vez não me assustura,
Foi ate uma benção para o meu gélido corpo que ansiava nunca mais dormir para não poder sonhar com isso novamente,
O corpo queria parar de vez ,a mente não, ela quer mais,
Ela quer descobrir se possível ate o tudo do meu nada
Quero poder provar para aqueles que se concentrava na assembleia que o que eu julgara não fora por mal,
Era para um bem maior
E o que eles estavam fazendo, tramando meu sarcófago me dava bastante medo.
Medo de saber que ainda falta muito ate concluir quem eu seja,
Medo de não saber o por que da velha tinha sido levada.
O por que dessa mesma casa nessa mesma rua
O por que de tantas pegadas presas no mesmo lugar
O por que de tantos sonhos sem se quer ter uma misericórdia para meu dilacerado corpo.
Uma coisa eu sei, sou masoquista de uma dor desconhecida ,
Possa ser que na verdade ela nem exista
Mas a minha essência embora os últimos episódios
Me mostra que sou feita de sonhos e isso já é um começo distante do que procuro desvendar.
Mas criei uma ideia de que a resposta que eu procuro, possa existir de verdade .
Myrla Sales
02/02/2012
Minha 1º Caminhada ( A estrada )
Nessa estrada em que me encontro
Venho me lembrando um pouco do passado
Fazendo um grande flash back
Mergulhado no meu antigo imaginário.
Nas primeiras passadas vejo que as imagens continuam tremulas
Por estarem sendo planejadas em um tempo futuro.
As gotas de agua em que fervilhava uma pequena lagoa
Por este caminho esgotara
Fugira como as tristes sensações em que nesse agora me encontro.
As casas continuam com suas cores rudes, arranhadas
Transparecendo um sanatório de pessoas enfeitadas.
O que continua me espantando
Além dos meus passos curtos,
Pequenos como se não estivessem saído do mesmo lugar,
São os coturnos dos rostos felizes ao encontrarem a margem do erro
Ao se depararem com o mesmo de sempre se tornar mais normal que a morte.
Continuando com as passadas respirando a cada palpitação distante
Mais longe do que o pensamento de uma moça que abraçara uns quadros na porta da sua casa nessa mesma rua
Com o pensamento brilhante como a estrela que teimava em aparecer alva de grande no céu
Destacando as pegadas pelo caminho que por horas frequentava .
A noite me encarava e me trazia um medo novo
Passava por minha frente uma cavalaria de esqueletos mortos
Atrás de uma senhora da casa logo a minha frente, a ultima da estrada
Esses ladroes de almas me trazia um vago lampejo de pessoas em que já tinha visto jogadas
Pelas vielas da vida, apagadas, possuidoras de um perfume aveludado, encantador .
Esse pequeno lugar distante, mas aconchegante destacava o meu imaginário
E ao mesmo tempo escondia o por que das minhas caminhadas .
A velha condenada a ser levada por esses corpos sedutores, manipulara meu único reflexo
Ela fora levada como a minha alma que agora sangra,
Partira como a alegria que se fundia com o meu sorriso na infância
E que hoje se encontra fosco como as duvidas não esclarecidas
Os passos continuam descompassados
O céu continua escuro escondendo as certezas conquistadas
As imagens estão todas estagnadas como as estradas que eu frequentara
As gotas de agua permanecem degeneradas
A minha paciência por mais uma caminhada atrás do meu destino continua intacta
Só aumenta como a velocidade dos dias
E as tarefas dos meus ideais não cumpridas .
Na verdade estou dentro de um passado não distante
Que me persegue fazendo com que esse cenário faça parte do meu presente .
O que me leva a esta mesma cena intrínseca?
Porque essa mesma rua, essas mesmas pegadas ?
Sera que estou presa em um reflexo diferente do meu ?
Estou eu me refletindo em uma vazante de expectativas
Continuando sem saber quem sou eu ?
Penso, que tenho mais coisas a descobrir por outras caminhadas
E nem estou no começo .
Myrla Sales
31/01/2012
21:30
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